Nesta segunda- feira, dia 06/11, a Campanha Viva o Rio Madeira Vivo, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Fórum de Debates sobre Energia de Rondônia (Foren), a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e a Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais entre outros, solicitou ao Ministério Público Federal que impetrasse na Justiça uma ação de adiamento das audiências.
O Procurador da República em Rondônia, Heitor Alves Soares suspendeu as Audiências Públicas das Hidrelétricas do rio Madeira, que aconteceria entre os dias 08, 09,10 e11 de novembro. Movimentos sociais e organizações da sociedade civil conseguiram provar a parcialidade, insuficiência, unilateralidade e inacessibilidade dos Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) e de seus estudos complementares. Representantes de organizações da sociedade civil disseram que existem muitas lacunas nos estudos paralelos da EIA-RIMA apresentando vários problemas. Ressaltaram também que existem falhas nos aspectos formais com relação a convocação e documentos não acessíveis e incompletos para a realização das audiências. Segundo eles, o IBAMA não cumpriu com o determinado na Resolução do Conama e na Instrução Normativa. No decorrer do prazo para solicitação de audiências, antes mesmo de se completar os 45 dias. A determinação é que não se convoquem novas audiências antes que os problemas suscitados sejam sanados.

Contatos




