Conhecemos os efeitos nocivos gerados por empreendimentos deste porte, que já expulsaram de suas terras mais de 1 milhão de pessoas em todo o Brasil, que na maioria das vezes vaga de um lugar para outro em busca da sobrevivência, sem apoio do poder público. Além dos impactos sociais é incalculável o prejuízo para a biodiversidade - um dos recursos mais valiosos que temos hoje na Amazônia.
Pelos motivos já citados gostaríamos de ampliar o debate para toda a sociedade brasileira, afim que esta participe amplamente deste processo que também lhe diz respeito.
Desta forma, durante as audiências publicas gostaríamos que o governo respondessem alguns destes questionamento:
A obra vai gerar energia para quem e para que?
Os programas de energia alternativa propostos pelos movimentos sociais, não serão implementados?
O relatório de avaliação ambiental não contempla como serão mensurados os impactos sociais e ambientais em decorrência da obra e quais serão as medidas compensatórias para os danos ambientais, e para as populações diretamente e indiretamente atingidas pelas obras. O que o governo propõem sobre isso?
Queremos respeito, dignidade, vida!!!
Por uma outra integração para, dos e pelos povos latinoamericanos!!!
VIDA PARA O RIO MADEIRA E OS POVOS DA AMAZÔNIA!!!
Centro de Defesa dos Direitos Humanos e Educação Popular do Acre (CDDHEP);
Centro dos trabalhadores da Amazônia (CTA);
Centro de Defesa dos Direito Humanos Irmã Josefina (CDDHIJ);
Cáritas de Rio Branco;
Centro de Defesa dos Direitos Humanos Dom Moacir (CDDH-Dom Moacir);
Rede Acreana de Mulheres e Homens (RAMH);
Rede Acreana de Jovens em Ação (REAJA)

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