Denominado GT Integração, o novo grupo formado pela Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), o Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS) e a Rede Brasileira de Integração dos Povos (Rebrip) teve sua primeira reunião dia 30 de novembro. Coordenado pela Rede Brasil, o GT tem reúne capacidades e experiências acumuladas por diversas organizações brasileiras em diferentes áreas aliando os debates sobre finanças, comércio e impactos sócio-ambientais.
O grupo teve origem na reunião que antecedeu a consulta do governo brasileiro sobre a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA) e tem suas ações fundamentadas nos debates sobre infra-estrutura, comércio, e reforma do Estado (marco regulatório).
Estão sendo elaboradas estratégias para o monitoramento dos debates de integração da América Latina (em especial a IIRSA); e para disseminar informações e capacitar sobre o tema. Além desses, o objetivo principal do GT Integração é fortalecer posicionamentos críticos e incidir sobre a atuação dos bancos multilaterais, dos bancos públicos do setor privado e do Estado brasileiro nas iniciativas de construção de alternativas de integração continental sustentáveis e de interesse dos povos.
O GT Integração no Fórum Social Mundial – Américas (Caracas 2006)
O GT Integração pretende lançar em janeiro, no Fórum Social Mundial, em Caracas, uma publicação com o posicionamento do Grupo frente à IIRSA, além de se propor a fazer um mapeamento das multinacionais presentes em cada eixo, e cruzá-lo com outras informações, como os corredores de escoamento da soja, as áreas de maior biodiversidade, as áreas de povos indígenas e populações tradicionais, etc.

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