Um passo atrás
Recentemente, Rogério Studart, representante brasileiro no Banco Mundial, teve uma conversa com representantes de organizações da sociedade civil, entre elas a Rede Brasil, sobre o SEM DPL (empréstimo de US$ 2 bilhões contratado pelo governo brasileiro e totalmente canalizado para o BNDES). Na ocasião, Studart confirmou que uma das condicionalidades desse financiamento é a formulação pelo BNDES de uma política de salvaguardas sob a orientação do Banco Mundial. Ele disse, no entanto, que não sabe se isso será bom, na medida em que nossa legislação ambiental é mais avançada que a própria política ambiental do Banco Mundial.